Sankofa

Escritas Pretas

Transcri√ß√Ķes

Apresentação da coleção


¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬†O livro Escrita de Mulheres Negras em Conta Gotas: sobre futuros integra a Cole√ß√£o Escritas Pretas: sankofa. A Cole√ß√£o contar√° com dois livros: volume 1 e 2 com o mesmo t√≠tulo. Ambos integram uma proposta que visa prop√Ķe indaga√ß√Ķes sobre motiva√ß√Ķes, prazeres, acolhimentos, pesquisas, dores, (auto)descobertas, (re)exist√™ncias, resist√™ncias, reflex√Ķes, lutas, (trans)forma√ß√Ķes e mandingas que emergem da escrita de mulheres negras. √Č uma escrita viva que conta sobre essas mulheres e sobre seus trabalhos, suas vidas, o que √© fundamental para re-pensarmos o lugar de nosso ativismo, de nossa intelectualidade, e tamb√©m que lugar a pesquisa e a Ci√™ncia ocupam em nosso cotidiano. S√£o essas teorias que, constantemente, clamam por teorias que falem sobre o que pulsa e corre em nossas veias.

¬† ¬† ¬† ¬† ¬†A cole√ß√£o nasce da parceria entre o Instituto Langage com as educadoras Analu Souza e Kassandra Muniz respons√°veis pela organiza√ß√£o dessas escritas t√£o sens√≠veis. SANKOFA nos inspira. Originado de um prov√©rbio dos povos Akan (√Āfrica Ocidental) a chamada √© ‚Äúretornar ao passado para ressignificar o presente e construir o futuro‚ÄĚ. O cosmograma – que mostra um p√°ssaro de passagem que voa para frente, com a cabe√ßa voltada para tr√°s e carregando no seu bico o futuro representado por um ovo – nos ensina e sobre o retorno ao passado, o olhar para a ancestralidade para ressignificar o presente e construir o futuro.

          Nos livros Sankofa fala. Essas autoras com seus escritos relembram, à sua maneira, tudo o que fizeram e como fizeram para reinventar. Cada escrita nos dá a conhecer mais sobre cada uma delas e, também, contar a história da relação das mulheres negras com a linguagem em movimento.

Organizadoras

Analu Souza √© cria dos movimentos negros, ativista, educadora, leitora do mundo. Soci√≥loga, mestra em Sociologia, doutora e p√≥s-doutora em Lingu√≠stica Aplicada. √Č professora no Instituto de Letras da UFBA. √Č associada √† Associa√ß√£o Brasileira de pesquisadores/as Negros/as – ABPN. Integra a Diretoria da A√ß√£o Educativa. Tem estudos na √°rea de Ensino de L√≠ngua Materna, Letramentos, A√ß√Ķes Afirmativas, Juventudes e Hip-hop. Autora de v√°rias escritas entre elas Letramentos de Reexist√™ncia ‚Äď Poesia, Grafite, M√ļsica, Dan√ßa – Hip-Hop e tamb√©m Letramentos no Ensino M√©dio, ambas da Ed. Par√°bola.
Kassandra Muniz √© m√£e, filha de Osun, ativista e Pernambucana. P√≥s-doutora em Lingu√≠stica Aplicada pela UNB. Doutora e mestra em Lingu√≠stica pela UNICAMP.¬†Licenciada em Letras pela UFPE. Professora Associada do Depto. de Letras da UFOP.¬†Nesta institui√ß√£o, foi Coordenadora adjunta do curso de Especializa√ß√£o UNIAFRO; do¬†NEABI/UFOP (2010-2014); do PIBID AFRO(2011-2017) e l√≠der do grupo de pesquisas GELCI/CNPq. Coordenou o GT Pr√°ticas Identit√°rias em Lingu√≠stica Aplicada e da ANPOLL Tri√™nio (2018/2021). Suas pesquisas se inserem na √°rea de Estudos Culturais e Performance, Lingu√≠stica Aplicada e Antropologia Lingu√≠stica, e Literaturas de autoria negrofeminina. Tem publica√ß√Ķes nesses campos e estuda a Linguagem como Mandinga.
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